Pular para o conteúdo principal

MULHERES DE ITAQUERA FAZ CAMINHADA

Mulheres de Itaquera saem às ruas pelo 3º ano consecutivo em busca de igualdade e paz
A caminhada por igualdade e paz está se tornando uma tradição no mês de março, na região central de Itaquera. Este ano, como estava previsto, participaram do evento mais de 600 mulheres, superando o ranking anterior que contou com a presença de cerca de 400 mulheres
O estacionamento da Subprefeitura de Itaquera foi completamente tomado, nesta manhã de sexta, pelas mulheres da região que atuam junto ao Centro de Cidadania da Mulher. Após receberem os kits contendo camiseta e boné branco, além de material alusivo ao Dia Internacional da Mulher - comemorado internacionalmente no dia 8 de março, as mulheres exercitaram-se coletivamente e foram às ruas, sob um forte sol, para pedir um mundo mais igual e cheio de paz.
Este é o terceiro ano consecutivo que as mulheres, organizadas pelo CCMI – Centro de Cidadania da Mulher de Itaquera, deixam os afazeres domésticos de lado para chamar a atenção para a necessidade de se construir uma sociedade menos machista, preconceituosa, participativa e solidária.
As mulheres cumpriram a promessa e repetiram a dose com muita ousadia. “Pela terceira vez, saímos às ruas para alertar homens e mulheres sobre a importância de construirmos um mundo mais humano”, festejou a Coordenadora do CCMI, Marilene Batista dos Santos, a Tia Lena. O grande empenho das mulheres é a elaboração de políticas públicas que resultem na melhoria da qualidade de vida e condição social das mulheres, em contraponto à violência e discriminação.
A concentração começou às 8h, no pátio da Subprefeitura, localizado na rua Américo Salvador Novelli, nº 541, onde as mulheres foram prestigiadas por representantes da Coordenadoria Municipal da Mulher - ligada à Secretaria Especial para Participação e Parceria; pela Chefe de Gabinete da Subprefeitura, Alice Coutinho Magro, pelo Subprefeito Laert de Lima Teixeira e Vereador Paulo Frange. A caminhada terminou na Praça da Estação, marco histórico do bairro.
A exemplo das versões anteriores, participaram inúmeras lideranças comunitárias, feministas, grupos da melhor idade, servidoras e freqüentadoras do Centro de Cidadania, que desenvolve trabalho na área de formação e capacitação das mulheres. “Lutamos para abrir mais espaços nas instâncias onde as decisões são tomadas. Particularmente nas áreas da saúde, educação, assistência social e habitação”, esclarece Tia Lena.
O CCMI proporciona ainda diversos programas de atendimento, como: orientação social psicológica, mulheres vítimas de violência, maternidade precoce, saúde reprodutiva, formação profissional (preparação para trabalhar), cursos de formação e muitas atividades na área de lazer, cultura e esporte.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Reclamação de atendimento de profissional da medicina

Dia 31/08, as 13:40, Evânia Fernandes, minha esposa, tinha consulta marcada com o Cardiologista David Barreto Junior, portador do CRM: 69629, na clínica D. Barreto em Itaquera, ZL de SP. Acontece que por volta de 13: 30 David foi almoçar, segundo informações da recepção, retornando para atendimento algo em torno de 14:30. Antes de ser atendida, outras duas pessoas foram chamadas, Evânia Fernandes, foi atendida as 14:50. Finalizado a consulta, informamos ao médico sobre a falta de comprometimento e desrespeito demonstrado para com o cliente. Evânia saiu de casa as 11:30 para não se atrasar, chegou na clínica as 12:40, mas como disse antes só foi atendida as 14:50 hs. Informei a ele que ali se praticava dois pesos e duas medidas, pois uma cliente que agendou também para 13:40 hs, para ser atendido com outro profissional chegou na mesma hora que ele, quando este retornava do almoço, no entanto a recepção da clínica de D. Barreto, alegava que a tolerância máxima era de 15 minutos, n...

Aumento da violência contra a mulher com a Pandemia do COVID-19

Aumento da violência contra a mulher com a Pandemia do COVID-19 A legislação brasileira evoluiu nos últimos anos no tocante à proteção da mulher contra violência doméstica. A Lei Maria da Penha – Lei n.º 11.340/2006, em seu art. 1º cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, veja: Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 8º O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações. Origem da Lei Maria da Penha A Lei foi criada a partir de uma recomendação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher (CPMI-VCM), que investigou a violência contra as mulheres nos Estados brasileiros entre março de 2012 e julho de 2013. A Lei de Combate à Violência Doméstica e Familiar, foi batizada com o nome de Lei Maria da ...

CONDENADO É SOLTO POR RECONHECIMENTO ILEGAL

  O reconhecimento de pessoas é um tema extremamente relevante para o processo penal, considerando que, em muitos processos, a autoria depende desse reconhecimento. Ademais, a prática forense tem demonstrado que em alguns crimes, como furto ou roubo, a negativa de autoria é a tese defensiva mais utilizada.   O assunto está disciplinado no art. 226 do CPP nos seguintes termos:   Art. 226.   Quando houver necessidade de fazer-se o reconhecimento de pessoa, proceder-se-á pela seguinte forma: I - a pessoa que tiver de fazer o reconhecimento será convidada a descrever a pessoa que deva ser reconhecida; Il - a pessoa, cujo reconhecimento se pretender, será colocada, se possível, ao lado de outras que com ela tiverem qualquer semelhança, convidando-se quem tiver de fazer o reconhecimento a apontá-la; III - se houver razão para recear que a pessoa chamada para o reconhecimento, por efeito de intimidação ou outra influência, não diga a verdade em face da pessoa ...